Como é escolhido o número do RG?

Perguntado por: ereis . Última atualização: 11 de julho de 2023
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Não existe uma regra única para numerar o documento de identidade. Isso porque cada estado tem autonomia para emitir o RG – sigla para “Registro Geral” – da maneira como quiser. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, o RG segue o modelo mais comum no país: oito algarismos […] A rigor, nada!

 Número do RG (formado pelo ano de expedição com 2 ou 4 dígitos)  + nº do RG (6 dígitos). Na 2ª via é assumido o ano de expedição da 1ª via para a formação de número.  A parti do número 3.000.000 -acrescentou-se dígito de 0 a 9  Delegado assinante:Dr, José Rangel Athaide.

As letras significam Registro Geral. Ele é aquele documento “mãe”, a partir dele é possível tirar a maioria dos nossos documentos. É considerado o documento mais importante do cidadão, pois representa identidade de cada pessoa registrada no Brasil. Você precisa andar sempre com seu RG.

Os RG sem o dígito verificador estão desatualizados, motivo pelo qual os sistemas recusam. É necessário que o usuário providencie um novo documento, com a inclusão do dígito, junto aos órgãos competentes de seu município.

O Dígito verificador (dígito que vem após o traço) é um mecanismo de autenticação utilizado para verificar a validade e a autenticidade de um valor numérico, evitando dessa forma fraudes ou erros de transmissão ou digitação.

O novo RG terá duas versões: física e digital. A física, em papel ou em plástico, é a forma de assegurar cidadania aos brasileiros que não possuem acesso à internet, smartphones ou computadores. Já a digital poderá ser obtida pelo aplicativo Gov.Br, mas somente após a emissão da carteira física.

Hoje, cada Estado tem uma sequência própria de números para identificar seus cidadãos. Em São Paulo, o documento tem nove dígitos; no Rio Grande do Sul, dez; e no Distrito Federal, sete.

A UF pode estar no brasão impresso ou na parte de “órgão expedidor”. Se seu RG foi emitido pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por exemplo, vai constar como “SSP-SP”.

Como comentamos acima, se o documento tiver mais de 10 anos, embora isso não esteja previsto em lei, ele pode não ser aceito em alguns lugares e serviços, como instituições bancárias, aeroportos, previdência e outros.

É que cada Estado tem autonomia para gerar sua própria sequência de caracteres dos registros gerais (RG) que emitem. Alguns levam até letras, como rolava antigamente em Santa Catarina: os códigos 1/R, 2/R etc. identificavam o município que imprimiu o documento.

Casos que são considerados como erro de digitação, em que faltam letras ou elas foram trocadas, basta que a pessoa faça o pedido ao oficial e será aberto um procedimento administrativo que pedirá autorização da Justiça e do Ministério Público.

Não há custo para a emissão da primeira via da nova carteira de identidade. Também não há custo para renovar o documento. Só haverá custo para emitir segunda via em caso de perda, furto ou roubo. No caso dos outros documentos, a mudança na numeração ocorrerá quando eles forem renovados.

Naturalidade: cidade e estado onde você nasceu. Data de nascimento. Informação do documento origem: onde foi emitido pela primeira vez. Número de CPF.

Em poucas palavras, o Novo RG é um documento mais moderno e seguro, que unifica o cadastro em todo o País, apresenta o CPF como único número de identificação e possui formato digital pelo Gov.br.

Também chamado de Carteira de Identidade, o RG é considerado o documento mais importante do cidadão, uma vez que representa a identidade de cada pessoa registrada no Brasil. Criado em 1939 pelo Decreto-Lei nº 2.320, o RG é emitido pelos órgãos de segurança pública dos estados e do Distrito Federal.