É normal não amar o bebê ainda na barriga?

Perguntado por: esilva . Última atualização: 17 de julho de 2023
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Cerca de 30% das mães não sentem aquele amor profundo por seus bebês logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor – só que não para sempre.

A mulher também pode ter sintomas como náuseas, vômito, sangramento vaginal e cólicas. Essa é uma maneira inconsciente que o corpo encontra de tentar rejeitar o feto. O problema é que isso pode trazer consequências para a criança.

Fazer carinho na barriga, além de conversar (muito) com o bebê são maneiras simples e eficazes de construir essa relação com seu filho e levá-lo a sentir que é amado e bem-vindo.

Psicóloga: Na maioria dos casos, é provável que sim, pois uma vez que, socialmente, espera-se que os pais não façam distinção entre os filhos, a mãe, então, inconscientemente, mascara tal comportamento seu. Todavia, em alguns casos o favoritismo pode ser mais intenso, tornando-se consciente.

Porque Acontece a Rejeição do Bebê
Diferentes fatores levam a esta condição, são eles o reflexo das circunstâncias de vida da mãe, das condições em que nasceu o filho, da relação que ela tem ou não com o pai da criança, dos seus projetos para o futuro e as possibilidades reais para realizá-los.

É comum que durante a gravidez a mulher sinta-se indesejada e rejeitada pelo parceiro, em função das mudanças observadas em seu corpo, mas é importante que ela não de razão a este sentimento, o que pode prejudicar o relacionamento do casal.

Por isso, não há nenhuma necessidade de se preocupar com um possível “trauma” para a criança antes de nascer. “Ele não tem percepção do que acontece, mas se sente muito bem”, garante Bento. Segundo o obstetra, o ato sexual promove uma vascularização na região pélvica da mulher.

Os movimentos feitos pela mãe como sentar, levantar, deitar e entre outros, são sentidos pelo bebê a partir da 17ª semana, pois o sistema de equilíbrio do feto já está formado. A partir da 20ª semana, os bebês também conseguem sentir o toque. É muito importante estimular o bebê nesta fase fazendo carinho na barriga.

Ele precisa fazer a criança ouvir sua voz, tocar a barriga da mãe para a criança sentir o toque, é importante que o pai entre em contato com o bebê. Apesar de o feto não entender o significado das palavras, ele consegue perceber o carinho”, ensina Mônica Lemos.

As mães tendem a preferir o filho primogénito e o pai a filha mais nova. O género pode ser especialmente determinante em fratrias de 3 irmãos, sendo que o mais velho e o mais novo têm mais possibilidades de serem o preferido, pelo menos de um dos pais, do que o irmão do meio.

37 Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. 38 E quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim. 39 Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á.

O incesto (sexo entre os pais e os filhos), se ambos são maiores e nenhum está sob ameaça ou violência, é permitido pela lei brasileira, ainda que seja um tabu moral e religioso. Mas, do ponto de vista jurídico, ele jamais gerará uma união estável, ainda que os envolvidos queiram criar tal união.

Procedimento. A gestante que tem interesse em fazer a Entrega Legal deve informar à Vara da Infância e Juventude de sua cidade que não deseja criar aquela criança, independentemente de qual seja o motivo. É responsabilidade do judiciário receber essas crianças e encaminhá-las para uma instituição de acolhimento.

Para aceitar todo esse processo é preciso de muita calma e paciência, o que torna fundamental a comunicação com o companheiro, com a família, com os médicos e com quem esteja ao alcance de ajudar. A gravidez não planejada pode trazer inseguranças, mas traz também o amor maternal, que é o maior sentimento que existe.